Em um blog de jovens mulheres discutindo relações (públicas) nada mais justo do que um post sobre o universo feminino no mercado de RP. Segundo James Grunig (um mestre dos estudos na área), uma das grandes tendências na prática de Relações Públicas é que esta passe a ser uma profissão exercida por uma maioria de mulheres.
Ao que parece, esta tendência já é realidade. Uma pesquisa do CONFERP (Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas), realizada no começo de 2009 sobre o perfil do RP, mostra que 80% dos profissionais da área são mulheres.
Não é de hoje que as mulheres estão aumentando sua participação no mundo dos negócios, mas a área de RP realmente parece ser um atrativo para elas. Será que as mulheres estão para RP assim como os homens estão nas Engenharias? Mais do que reforçar estereótipos, acredito que é apenas uma questão de perfil. A maioria das mulheres tem grande facilidade de lidar com pessoas e estabelecer relacionamentos. Clichês a parte, um bom RP também deve atender a estes quesitos, já que um dos grandes pilares do seu trabalho é a administração das relações entre uma organização e seus públicos. E se lidar com públicos muitas vezes é sinônimo de administrar conflitos, nada como a sensibilidade feminina nestes momentos.
Esta humilde teoria pode ser reforçada por uma pesquisa do Instituto ABERJE sobre a mulher na Comunicação Corporativa. Na ocasião, foram entrevistadas mulheres do setor de comunicação das maiores empresas do país. Para um terço das entrevistadas, a sensibilidade é a característica que mais ajuda na profissão, seguida pela habilidade de relacionamento, versatilidade e determinação.
Infelizmente, a grande participação das mulheres na comunicação empresarial não corresponde a cargos de diretoria. Segundo a mesma pesquisa da ABERJE, na maioria das empresas onde a área de comunicação possui uma diretoria, esta é ocupada por um homem. Os dados podem ser reflexos da tradicional exclusão das mulheres do mercado, que fica ainda mais clara nas funções gerenciais. Mas esta tradição deve ser revertida em pouco tempo, já que a mulher cresce cada vez mais profissionalmente, inclusive em posições de liderança.
A conclusão disso tudo não poderia ser mais óbvia: estamos no caminho certo! (:
Ao que parece, esta tendência já é realidade. Uma pesquisa do CONFERP (Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas), realizada no começo de 2009 sobre o perfil do RP, mostra que 80% dos profissionais da área são mulheres.
Não é de hoje que as mulheres estão aumentando sua participação no mundo dos negócios, mas a área de RP realmente parece ser um atrativo para elas. Será que as mulheres estão para RP assim como os homens estão nas Engenharias? Mais do que reforçar estereótipos, acredito que é apenas uma questão de perfil. A maioria das mulheres tem grande facilidade de lidar com pessoas e estabelecer relacionamentos. Clichês a parte, um bom RP também deve atender a estes quesitos, já que um dos grandes pilares do seu trabalho é a administração das relações entre uma organização e seus públicos. E se lidar com públicos muitas vezes é sinônimo de administrar conflitos, nada como a sensibilidade feminina nestes momentos.
Esta humilde teoria pode ser reforçada por uma pesquisa do Instituto ABERJE sobre a mulher na Comunicação Corporativa. Na ocasião, foram entrevistadas mulheres do setor de comunicação das maiores empresas do país. Para um terço das entrevistadas, a sensibilidade é a característica que mais ajuda na profissão, seguida pela habilidade de relacionamento, versatilidade e determinação.
Infelizmente, a grande participação das mulheres na comunicação empresarial não corresponde a cargos de diretoria. Segundo a mesma pesquisa da ABERJE, na maioria das empresas onde a área de comunicação possui uma diretoria, esta é ocupada por um homem. Os dados podem ser reflexos da tradicional exclusão das mulheres do mercado, que fica ainda mais clara nas funções gerenciais. Mas esta tradição deve ser revertida em pouco tempo, já que a mulher cresce cada vez mais profissionalmente, inclusive em posições de liderança.
A conclusão disso tudo não poderia ser mais óbvia: estamos no caminho certo! (:
Referência Bibliográfica: GRUNIG, James. Definição e posicionamento das relações públicas. In: GRUNIG, James; FERRARI, Maria Aparecida e FRANÇA, Fábio. Relações públicas: teoria, contexto e relacionamentos. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2009.
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